<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143</id><updated>2012-02-03T22:26:44.883-02:00</updated><category term='Verissimo'/><category term='piadas'/><title type='text'>Aleatório(s) Anônimo(s)</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-7739770211716284648</id><published>2010-08-03T18:07:00.001-03:00</published><updated>2010-08-03T18:07:23.921-03:00</updated><title type='text'>Sem título 1</title><content type='html'>A queda de um ídolo que foi opressor não pode ser rápida, e nem com medidas extremas e desesperadas. Nada de proibição. Primeiro ele toma o golpe da vergonha, depois volta querendo chocar, quando algo choca, logo depois vem a banalidade, as pessoas se acostumando ao que era chocante. Logo, o que os adoradores desse ídolo tanto idolatravam, que era o medo e respeito que colocavam em quem não seguia seu ídolo tolo, cai por chão. E todo o significado do símbolo se perde em camisetas de design batido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-7739770211716284648?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/7739770211716284648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=7739770211716284648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/7739770211716284648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/7739770211716284648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2010/08/sem-titulo-1.html' title='Sem título 1'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-4531757822325398499</id><published>2010-07-22T17:36:00.011-03:00</published><updated>2010-07-22T18:40:08.635-03:00</updated><title type='text'>O estouro dos Gnus ensandecidos.</title><content type='html'>Gosto de caminhar e observar o trânsito. 10 minutos de caminhada bastam pra perceber o delicioso, e nada coincidente, resumo da sociedade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de Leis que ninguém sabe, e as que se sabe, ninguém respeita. Nem mesmo quando elas existem estritamente para proteger a própria pessoa que esta atrás do volante e mais ninguém. Nada como chamar de acidente quando uma pessoa bebada, e sem cinto, faz um contorno proíbido e mata, ou morre. Prato cheio pra estampar jornalecos e um especial de meia página, quem sabe uma inteira, escrita por um abutre disfarçado de jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma família inteira se vai, ou então quatro ou cinco adolescente de classe média morrem, aí sim temos uma tragédia perfeita, com toda a dramaticidade que a acompanha. Vale também xingar o “porco” do guarda de trânsito que te multou por falta de cinto. É aquela tal máfia das indústria das multas, umas das coisas do “por isso que o Brasil não vai pra frente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A facilidade de se trocar de personalidade que o trânsito nos trouxe é fabulosa. Tendo o dinheiro necessário, você vai de um sedan sóbrio, lindo, gigantesco que impõe todo respeito que você merece pelo seu cargo atual, ou sua condição financeira, a um sport bem de vida e jovial - um bon vivan que adora os pequenos prazeres da vida. Como o vento nos cabelos a 160km/h.&lt;br /&gt;Além de uma gigantesca camionete que te permite ignorar carros menores, sinais, convenções e, até algumas calçadas, que pouco tem importância pra um homem de tal tamanho e tração.&lt;br /&gt;É maravilhoso se vestir com o preço de algo. O design, a cavalaria, as cores. Um aviso pros outros de quem você é, e de quanto pagou por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A buzina é voz de fábrica gritando pros outros “ ei você é um obstáculo a minha pressa”. Pressa essa, que sempre permite passar na frente de outros, estacionar onde não se pode ou fazer qualquer bobeirinha sem importância por aí. Mas ei, você está com pressa, isso já desculpa quase todos os erros da humanidade, por que seria diferente pra uma simples cortada? Você tem todo o direito. Assim como o direito de espernear feito uma criança mimada, gritar incontáveis palavrões por segundo e o usar do clássico dedo do meio pra fora da janela, tudo porque alguém pensou que a pressa dele fosse mais importante que a sua. Talvez se seu carro fosse maior ele te respeitaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o lado sábio que a experiência no trânsito nos trás? Isso sim é de se admirar. Adoro ver como os motoristas profissionais já descobriram que eles sabem demais. Já sacaram que as leis devem ser aplicadas a semi-adolescentes que acabaram de sair da auto-escola. As leis não servem pra quem tem anos de direção, afinal, nunca vi acidente causado por quem dirige há alguns anos. Por isso motoristas de taxi, ônibus, moto-boys e outros profissionais são motoristas tão bons e aproveitam bem melhor o tempo no trânsito, usando espaços proibidos que os motoristas menos experientes ainda não sabem usar, ou andar numa velocidade bem acima da permitida que só quem domina a direção consegue conceber, ou mesmo usando algumas regras só quando se faz necessário, como frear alguns metros do radar, ou simplesmente molhar a mão do guarda que te pegou a 170km/h numa via onde mal se pode andar a 80 mantendo qualquer segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também temos as valiosas lições que aprendemos quando as pessoas mais velhas contam orgulhosas em suas histórias. Quebras sucessivas de records em viagens. “Fiz Franca - São Paulo em três horas uma vez, e ainda parei pra comer. Boa época aquela que não tinha radares” - Diz o tio pro sobrinho que olha admirado.&lt;br /&gt;Os olhos dele brilham, mal pode esperar pra comprar sua liberdade. O outro nome do carro. Com ele, a adolescência se vai e a fase adulta chega. E não existe vida social sem ele. Nem sei se existe uma pessoa em sí sem ele. Nada melhor que curtir a época da faculdade sem nem saber como se chegou em casa de tão bebado. Uma noite perfeita é aquela em que não se lembra de nada e que o carro chegou inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima do ar condicionado é sempre agradável e controlável. Viver numa ilha isolada do mundo é demais. Metal e vidro protegem o seu interior de coisas desagradáveis, como o cheiro de um lixão, corrego ou fumaça de queimadas. Além disso, o vidro fumê esconde quando não se quer encarar algo que incomoda. Como crianças e adultos jogados por aí e outras coisas terríveis de hoje em dia. O governo tinha que dar um jeito nesse pessoal. É um martírio parar nos semáforos hoje em dia, haja paciência.&lt;br /&gt;Nada melhor que chegar em casa e pensar nos velhos tempos, quando as cidades eram mais humanas e as pessoas caminhavam pela rua ou ficavam nas calçadas conversando. Interessante que isso ainda acontece, mas é difícil de se ver, principalmente passando a 60km/h cortando por um bairro residencial. Fica tudo um pouco embaçado, é difícil mesmo perceber. Mas a pressa é grande. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o que se percebe dentro do carro é que o asfalto não esta bom o suficiente, ou que as vias não são largas, ou que aquele retorno é muito longe ou o estacionamento muito caro. Um carro não usa calçada, pra que se importar com a conservação dela? Um carro tem faróis, talvez até de xenon, pra que se importar se a rua tem iluminação? Meu carro da a liberdade plena de ir e vir, pra onde se quiser e quando quiser, pra que alguém se importaria com transporte público decente?&lt;br /&gt;Só se acha um absurdo pagar pedágio, afinal, o IPVA é pra isso. Maldito governo. Cortem gastos e invistam onde se é preciso pro meu carro rodar suave, sem pular a música que está tocando no meu som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que senhor som. Tem um zilhão de watts, trocentas caixas de nomes impronunciáveis, e que a maioria mesmo nem sabe o que significa, mas são bem caras. O chão literalmente treme quando toca a última música da moda, e se as outras pessoas não gostam desse tipo de música? Elas não tem o direito de falar nada, ou compram um som mais potente, ou que peguem seus carros e saiam de perto. Cada um com sua liberdade. Pois o interior do veículo é uma ilha particular no meio do absurdo que é a falta de individualidade da sociedade atual. Dentro pode-se liberar o verdadeiro “eu” de qualquer um, mesmo que as ondas sonoras não respeitem os limites de quarteirões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora que a indústria automotiva faz muito bem ao País, da muito emprego. Quanto mais carros se vender, melhor a situação está. Não lembro com clareza, mas tenho quase certeza que se mede a qualidade de vida de um lugar pelo quantidade de carros vendidos. Logo chegaremos ao primeiro mundo. E mesmo que na mesma capa de jornal, a notícia de recordes de vendas de automóveis, dívida a atenção com a notícia de recordes de congestionamento, sem nenhuma previsão de melhora até a hora de um colapso total inevitável, nem vale a pena se preocupar com isso. Temos que apoiar a industria nacional. E se der, financiar um carro por membro da casa, ou trocar aquele velho modelo 2009 pra evitar a desvalorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa maravilha da tecnologia, que funciona com um motor a combustão, algo inventado há mais de 100 anos. Queimando o que a natureza demorou milhões de anos pra decompor em segundos e soltando no ar a fuligem que dá o tom da nossa época e deixando o som que as cidades emitem, como de um gigante que se dorme profundamente ao longe. A sinfonia da explosão interna. E mesmo que isso esteja transformando o ar em uma coisa quase irrespirável, não vale a pena investir realmente em pesquisa pra coisas novas, pois isso já está aí há mais de 100 anos, gera muito emprego, é a base da econômia. Não se deve mexer com isso, melhor alargar as marginais e construir mais duas pistas. Isso sim vai solucionar quase tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas toneladas de aço que sem nenhuma intenção se transformaram na extenção do próprio ser. Uma armadura que permite a pessoa ocupar o verdadeiro espaço que ela sempre quis ocupar. Algo que mostra que quando há, mesmo que fina (se bem que hoje em dia o ideal é blindagem nível 3), uma camada entre o interior e o exterior da pra ser “mais você”. Protegido da pra se fazer coisas que se forem feitas sem armadura, seriam todo tipo de comportamento desaprovado por qualquer um. E provavelmente provocaria muitas trocas de socos. Mas com um carro, se ele for potente, basta correr antes que o olhar de desaprovação de alguém se cruze com o seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carro é a maravilha do século, em pouco mais de 4m² de área, toneladas de aço e design, ele simplifica as relações humanas, a sociedade e o verdadeiro carater geral da maioria atrás do volante, isso em minutos de observação de um cruzamento movimentado. E como geralmente só há uma pessoa por carro, nem é preciso se preocupar em passar vergonha com o olhar do passageiro. Da pra se ser o “eu de verdade” em sua totalidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-4531757822325398499?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/4531757822325398499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=4531757822325398499&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/4531757822325398499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/4531757822325398499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2010/07/o-estouro-dos-gnus-ensandecidos.html' title='O estouro dos Gnus ensandecidos.'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-2731758407150298997</id><published>2009-01-24T02:22:00.001-03:00</published><updated>2009-01-24T03:00:39.001-03:00</updated><title type='text'>A vida é cruel.</title><content type='html'>Se você já ouviu falar de Franca, com certeza será por um desses dois motivos. O primeiro é que ela ainda é considerada a capital do calçado, uma cidade inteira movida a base da indústria calçadista. A outra é ela ser também a capital do basquete, algo que orgulha mais os habitantes do que ser movida quase que absolutamente por uma indústria tão suscetível a crises e qualquer mudança no mercado e que foca todos os pensamentos da cidade numa só direção, transformando Franca na capital da falta de opção e falta de cultura. Mas não estamos aqui pra discutir as razões sócio-econômicas de mais uma das crises sofridas pela cidade. O basquete em Franca é mais do que um esporte, é uma religião. Franca é a capital do basquete desde uns trinta anos atrás, de onde saíram a maioria dos grandes jogadores da história do basquete nacional, e onde pessoas que mudaram o basquete no país surgiram. Uma dessas pessoas é o próprio técnico da equipe de Franca, uma vida que se confunde com a história do basquete nacional, uma lenda vida. E se o futebol tem o Felipão e o Vôlei tem o Bernardinho, ambos conhecidos pelas broncas monumentais, e também por estarem vivos até hoje depois de quase terem ataques cardíacos durante os jogos, o basquete tem o Hélio Rubens, cujas broncas são ouvidas mesmo sobre a voz de seis mil pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é um cara que me faz pensar que realmente existe um estresse bom, é inacreditável que ele não tenha todas as doenças do mundo por ser daquele jeito, mas como o que ele faz é por amor, parece que o estresse só o afeta do jeito bom, incentivando a sempre se superar. É esse tipo de paixão que faz Franca, mesmo sendo um dos únicos times que cobra pelo ingresso, conseguir lotar completamente seu ginásio, o famoso Pedrocão. Hoje é o dia. O evento mais importante da cidade. Na final do estadual, a cidade esta perdendo por dois a um, a série de melhor de cinco. Se perder, deixa a cidade rival ser campeã no templo Francano do basquete, HERESIA! Se ganhar, tem a chance de ser campeã na cidade adversária. Nesse clima fui para o jogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É vida ou morte. Uma guerra santa. É o maior evento social que se pode ter na cidade, praticamente a cidade inteira está ali, e se vê todo tipo de pessoa, desde algumas meninas e meninos, entrando na adolescência e que, pelo que parece, só foram ao ginásio para procurar paquera, até quem é marca registrada em todo jogo, sentando sempre no mesmo lugar há décadas. Começa o jogo e o transe é absoluto, com alguns minutos de partida é praticamente impossível não entrar no clima. Seis mil pessoas gritando juntos para apoiar ou vaiando juntos. O som é ensurdecedor. Mesmo eu, que mal vou a jogos, em pouco tempo já estou levantando, gritando e xingando alguém que eu nunca havia visto antes. Nessas condições não é absurdo pensar no transe que Smith sentia nos Dois Minutos do Ódio no livro de George Orwell, é praticamente impossível não se deixar levar pelo clima do lugar. Até certo ponto é assustador. Nem sei como os engenheiros conseguem calcular a resistência que um ginásio deve ter, não sei se há fórmula de física que calcule a energia que emana das pessoas em uníssono pulando e berrando pelo seu time. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante ver todo mundo extremamente sincronizado apoiando e vaiando. O que torna um pouco difícil acompanhar tudo isso para quem não está acostumado. O basquete é um jogo tão bem pensado para a ser um show, não é a toa que é o esporte dos EUA, suas regras são feitas para o jogo ser dinâmico, onde não há nem um minuto de folga para se pensar, tensão 100% do tempo. Enquanto estou empolgado gritando porque meu time fez uma cesta, o resto da torcida já esta vaiando o ataque do adversário, é fantástico assistir a isso num ginásio. No intervalo dessa loucura percebo o quanto a vida é ironicamente cruel, na hora do intervalo sorteiam um celular, ganhou um menino loirinho, sentado com a família e amigos bem na primeira fileira, atrás do banco da equipe de Franca, um ótimo lugar. Ele vai e busca o prêmio, no meio de milhares de pessoas, numa empolgação explosiva. Ele volta para o seu lugar, e pelo que observei foi o numero da cadeira dele mesmo que foi sorteada, ele mesmo que ganhou o celular e não foi apenas buscar o prêmio para alguém. E no meio de abraços de amigos e da família ele fica até desnorteado pela emoção do negócio. Vendo isso pensei no que deve ser isso pra uma criança, ele nunca mais vai se esquecer disso. Virei para um amigo e falei disso, e nós dois pensamos o quanto deve ser legal ter essa experiência, o quanto deve ser bacana ter isso pelo resto da vida. Passados alguns minutos, um menino gordinho, bem a nossa frente subindo a escada cai com dois copos de refrigerante na mão, molhando-se todo e molhando o lugar de alguns torcedores. Como é irônico isso, parece coisa armada de filme. O pobre coitado que já deve ser alvo de piadas na sua turma pelo seu tipo físico, justo no jogo do ano, sofre esse tipo de peça da vida. Deve ser um belo golpe na auto-estima dessa pessoa, lembrar eternamente daquele jogo não pelo celular ganhado, mas pelo tombo monumental na frente de centenas de pessoas. E o estranho que quando acontece algo desse tipo, temos a impressão de que cada pessoa naquele lugar esta rindo de nós. Como são cruéis essas coisas. O cara que teve seu lugar molhado sai chutando o ar, furioso, e o garoto senta sobre um coral de risadas e de olhares fechados de quem perdeu o lugar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jogo volta, num ritmo tão louco que eu já aplaudo, xingo, grito, vaio, vibro quando um dos jogadores adversário cai no meio da quadra, uma loucura. Nem percebo as condições em que estávamos, estava tudo tão divertido que me esqueci do tempo e do placar, estava numa paz interior, como se o melhor de tudo ali não fosse ganhar ou perder, mas tudo aquilo que estava acontecendo. Parecia que cada cesta era a cesta do campeonato. Quando me lembro de olhar o placar, vejo que faltam alguns segundos e o jogo praticamente perdido. Cada cesta era verdadeiramente a do campeonato. No último segundo Franca empata. Nunca vi coisa igual, era como se o goleiro de um time driblasse o time adversário inteiro e fizesse um gol de ouro na final do Campeonato Mundial Interclubes em Tóquio. Isso é a glória do engenheiro que fez o ginásio, agora sabemos que ele suporta qualquer coisa. A essa altura, já não existe mais pessoas ali, é todo mundo um só. Percebo uma criança sentada bem distante, numa cadeira de rodas, com alguma má formação séria, nunca deve ter saído da cadeira. Ali ela batia as mãos e gritava como todo mundo, imagino que pra essas pessoas deve ser difícil fazer alguma coisa junto com alguém sem que haja alguma barreira. Ali não havia. Todo mundo estava ligado, em transe, um som ensurdecedor de vozes gritando como se daquilo a vida de cada um ali dependesse. Uma bola do time adversário é arremessada da linha dos três, se ela cair, tudo esta perdido. Nesse caminho que não deve ter durado nem dois segundos, o ginásio ficou num silêncio absoluto, uma eternidade de tempo se passa até que bola bate no aro e não cai, vamos para a prorrogação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ginásio treme. Desligo-me do transe no intervalo para a prorrogação, vejo que as meninas esqueceram-se dos seus paqueras e agora vibram a cada lance, o refrigerante já secou e outras pessoas estão no lugar vibrando também. O menino loiro pula pendurado na grade, e o garoto gordinho esta de pé gritando pelo time. O menino na cadeira de rodas continua a acompanhar as palmas. O cara que perdeu o lugar, pelo que parece, já nem pisca há alguns minutos. Nosso time perde na prorrogação. Mas no final, os aplausos de uma torcida realmente apaixonada pelo time que lutou como pode, abafavam o grito de “é campeão” do adversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Dudu-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-2731758407150298997?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/2731758407150298997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=2731758407150298997&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/2731758407150298997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/2731758407150298997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2009/01/vida-cruel.html' title='A vida é cruel.'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-4945001901593275630</id><published>2008-08-15T19:50:00.001-03:00</published><updated>2008-08-15T19:50:41.550-03:00</updated><title type='text'>Relacionamentos...</title><content type='html'>Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 'Ah, terminei o namoro... '&lt;br /&gt;- 'Nossa, quanto tempo?'&lt;br /&gt;- 'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'&lt;br /&gt;- É não deu...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não temos esta coisa completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo nós não temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pele é um bicho traiçoeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o beijo é importante... E se o beijo bate... Se joga... Senão bate... Mais um Martini, por favor... E vá dar uma volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro tem o direito de não te querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lute, não ligue, não dê pití.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de drama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O legal é alguém que está com você por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vice versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fique com alguém por dó também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou por medo da solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que pula de um romance para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostar dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem sempre as coisas saem como você quer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida e no amor, não temos garantias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem todo sexo bom é para namorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo beijo é para romancear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... Quem disse que ser adulto é fácil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Arnaldo Jabor-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-4945001901593275630?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/4945001901593275630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=4945001901593275630&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/4945001901593275630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/4945001901593275630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/08/relacionamentos.html' title='Relacionamentos...'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-8118881550606143773</id><published>2008-07-21T18:44:00.001-03:00</published><updated>2008-07-21T18:46:44.780-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Verissimo'/><title type='text'>A Frase.</title><content type='html'>A FRASE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor texto de publicidade que eu já vi era assim: uma foto colorida de uma garrafa de uísque Chivas Regal e, embaixo uma única frase: “O Chivas Regal dos uísques”.&lt;br /&gt;O anuncio é americano. Em algum anuário de propaganda, desses que a gente folheia nas agências de em busca de idéias originais na esperança que o cliente não tenha o mesmo anuário, deve aparecer o nome do autor no texto. No dia que eu descobrir quem é, mando um telegrama com uma única palavra. Um palavrão. Que tanto pode expressar surpresa quanto admiração, inveja, submissão ou raiva. No meu caso, significará tudo ao mesmo tempo. Palavrão PT segue carta explosiva PT Abraços etc.&lt;br /&gt;Duvido que o autor da frase receba o telegrama. O cara que escreveu um anúncio assim não recebe mais telegramas. Não atende a porta. Não se mexe da cadeira. Não lê mais nada, não vê mais televisão, não vai ao cinema e fala somente o indispensável. Passa o dia sentado, de pernas cruzadas, com um olhar perdido. Alimenta-se de coisas vagamente brancas e bebe champanhe brut em copos de tulipa. Com um leve sorriso nos cantos da boca.&lt;br /&gt;Foi o sorriso que finalmente levou sua mulher a pedir o divórcio. Ela agüentou tudo. O silêncio, a indiferença, as pernas cruzadas, tudo. Mas o sorriso foi demais.&lt;br /&gt;“Bob (digamos que o nome dele seja Bob), você não vai mais trabalhar?”.&lt;br /&gt;Sorriso.&lt;br /&gt;“Nunca mais, Bob? Há uma semana que você não sai dessa cadeira”.&lt;br /&gt;Sorriso.&lt;br /&gt;“Bob, o Bill disse que seu lugar na agência está garantido, quando você quiser voltar. Mas eles não podem continuar pagando se você não voltar.”&lt;br /&gt;Sorriso.&lt;br /&gt;“As crianças precisam de sapatos novos. O aluguel do apartamento está atrasado. Meu analista também. Nosso saldo no banco se foi com a última caixa de champanhe que você mandou buscar”.&lt;br /&gt;Sorriso.&lt;br /&gt;“Sabe o que estão dizendo na agência, Bob? Que seu texto do Chivas foi pura sorte. Que foi genial, mas você não faz dois iguais àquele. Você precisa ir lá mostrar para eles, Bob. Faça alguma coisa, Bob!”&lt;br /&gt;Bob fez alguma coisa, descruzou as pernas e cruzou outra vez. &lt;br /&gt;Sorrindo.&lt;br /&gt;A mulher tratou do divórcio sozinha. Na hora das despedidas, ele inclinou-se levemente na poltrona para beijar as crianças mas não disse uma palavra. Continua sentado lá até hoje.&lt;br /&gt;Levanta-se para ir ao banheiro, trocar de roupa e telefonar para fornecedores de enlatados e champanhe. Os que ainda lhe dão crédito. O resto do tempo fica sentado, as pernas cruzadas, o olhar perdido. E o sorriso.&lt;br /&gt;Uma faxineira vem uma vez por semana, limpa o apartamento (há pouco para limpar, ele não toca em nada) e vai embora. Abanando a cabeça. Pobre o Sr. Bob. Um moço tão bom.&lt;br /&gt;Amigos preocupam-se com ele. A agência lhe faz ofertas astronômicas para voltar. Ele responde a todos com monossílabos e vagos gestos com o copo de tulipa. E todos vão embora, abanando a cabeça.&lt;br /&gt;Contam que a mesma coisa aconteceu com o primeiro homem a escalar o Everest. Para começar, quando ele chegou no topo, no cume da montanha mais alta do Terra, ele tirou um banquinho da sua mochila, colocou o banquinho exatamente no pico do Everest e subiu no banquinho! O guia nativo que o acompanhava não entendeu nada. Se entendesse, estaria entendendo o homem branco e toda história do Ocidente. De volta à civilização o homem que conquistou o Everest passou meses sem falar com ninguém e sem olhar fixamente pra nada. Se tinha mulher e filhos, esqueceu. E tinha um leve sorriso nos cantos da boca.&lt;br /&gt;Você precisa entender que quem escreve para a publicidade está sempre atrás da frase definitiva. Não importa se for sobre uísque de luxo ou uma liquidação de varejo, importa é a frase. Ela precisa dizer tudo o que há pra dizer sobre qualquer coisa, num decassílabo ou menos. Tão perfeita que nada pode segui-la, salvo o silêncio e a reclusão. Você atingiu seu próprio pico.&lt;br /&gt;Bob tem duas coisas a fazer, depois de passada a euforia das alturas. Uma é voltar para a agência, mas com outro status, Por um salário mais alto, apenas perambulará pelas salas para ser apontado a novatos e visitantes como o autor da frase, aquela.&lt;br /&gt;“Você quer dizer.... A frase?”&lt;br /&gt;“A frase”&lt;br /&gt;Outra é começar de novo em outro ramo. Com uma banca de chuchu na feira, por exemplo. Ele não precisa conquistar mais nada, é o único homem realizado do século.&lt;br /&gt;Mas por enquanto Bob só olha para as paredes. De vez em quando, diz baixinho:&lt;br /&gt;“O Chivas Regal dos uísques...”&lt;br /&gt;E aí atira a cabeça pra trás e dá uma gargalhada. Depois descruza e recruza as pernas e bebe mais um gole de champanhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Verissimo - (Verissimo mesmo, eu tenho o livro e datilografei :P )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-8118881550606143773?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/8118881550606143773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=8118881550606143773&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/8118881550606143773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/8118881550606143773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/frase.html' title='A Frase.'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-1192341462775524742</id><published>2008-07-21T18:31:00.001-03:00</published><updated>2008-07-21T18:48:23.670-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='piadas'/><title type='text'>O Sapo Não Lava o Pé - Estudo Filosófico.</title><content type='html'>Olavo de Carvalho: O sapo não lava o pé. Não lava porque não quer. Ele mora lá na lagoa, não lava o pé porque não quer e ainda culpa o sistema, quando a culpa é da PREGUIÇA. Este tipo de atitude é que infesta o Brasil e o Mundo, um tipo de atitude oriundo de uma complexa conspiração moscovita contra a livre-iniciativa e os valores humanos da educação e da higiene! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marx: A lavagem do pé, enquanto atividade vital do anfíbio, encontra-se alterada no panorama capitalista. O sapo, obviamente um proletário, tendo que vender sua força de trabalho para um sistema de produção baseado na detenção da propriedade privada pelas classes dominantes, gasta em atividade produtiva o tempo que deveria ter para si próprio. Em conseqüência, a miséria domina os campos, e o sapo não tem acesso à própria lagoa, que em tempos imemoriais fazia parte do sistema comum de produção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engels: isso mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foucault: Em primeiro lugar, creio que deveríamos começar a análise do poder a partir de suas extremidades menos visíveis, a partir dos discursos médicos de saúde, por exemplo. Por que deveria o sapo lavar o pé? Se analisarmos os hábitos higiênicos e sanitários da Europa no século XII, veremos que os sapos possuíam uma menor preocupação em relação à higiene do pé - bem como de outras áreas do corpo. Somente com a preocupação burguesa em relação às disciplinas - domesticação do corpo do indivíduo, sem a qual o sistema capitalista jamais seria possível - é que surge a preocupação com a lavagem do pé. Portanto, temos o discurso da lavagem do pé como sinal sintomático da sociedade disciplinar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Weber: A conduta do sapo só poderá ser compreendida em termos de ação social racional orientada por valores. A crescente racionalização e o desencantamento do mundo provocaram, no pensamento ocidental, uma preocupação excessiva na orientação racional com relação a fins. Eis que, portanto, parece absurdo à maior parte das pessoas o sapo não lavar o pé. Entretanto, é fundamental que seja compreendido que, se o sapo não lava o pé, é porque tal atitude encontra-se perfeitamente coerente com seu sistema valorativo - a vida na lagoa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nietzsche: Um espírito astucioso e camuflado, um gosto anfíbio pela dissimulação - herança de povos mediterrâneos, certamente - uma incisividade de espírito ainda não encontrada nas mais ermas redondezas de quaisquer lagoas do mundo dito civilizado. Um animal que, livrando-se de qualquer metafísica, e que, aprimorando seu instinto de realidade, com a dolcezza audaciosa já perdida pelo europeu moderno, nega o ato supremo, o ato cuja negação configura a mais nítida - e difícil - fronteira entre o Sapo e aquele que está por vir, o Além- do-Sapo: a lavagem do pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmer: Podemos ver que, desde a época de Adão, os sapos têm lavado os pés. Aliás, os seres, em geral, têm lavado os pés à beira da lagoa. Sendo o sapo um descendente do sapo ancestral, é legitimo, obrigatório e salutar que ele lave seus pés todos os dias à beira do lago ou lagoa. Caso contrário, estará incorrendo duplamente em pecado e infração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Locke: Em primeiro lugar, faz-se mister refutar a tese de Filmer sobre a lavagem bíblica dos pés. Se fosse assim, eu próprio seria obrigado a lavar meus pés na lagoa, o que, sustento, não é o caso. Cada súdito contrata com o Soberano para proteger sua propriedade, e entendo contido nesse ideal o conceito de liberdade. Se o sapo não quer lavar o pé, o Soberano não pode obrigá-lo, tampouco recriminá-lo pelo chulé. E, ainda afirmo: caso o Soberano queira, incorrendo em erro, obrigá-lo, o sapo possuirá legítimo direito de resistência contra esta reconhecida injustiça e opressão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kant: O sapo age moralmente, pois, ao deixar de lavar seu pé, nada faz além de que atuar segundo sua lei moral universal apriorística, que prescreve atitudes consoantes com o que o sujeito cognoscente possa querer que se torne uma ação universal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota de Freud: Kant jamais lavou seus pés. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freud: Um superego exacerbado pode ser a causa da falta de higiene do sapo. Quando analisava o caso de Dora, há vinte anos, pude perceber alguns dos traços deste problema. De fato, em meus numerosos estudos posteriores, pude constatar que a aversão pela limpeza, do mesmo modo que a obsessão por ela, podem constituir-se num desejo de autopunição. A causa disso encontra-se, sem dúvida, na construção do superego a partir das figuras perdidas dos pais, que antes representavam a fonte de todo conteúdo moral do girino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jung: O mito do sapo do deserto, presente no imaginário semita, vem a calhar para a compreensão do fenômeno. O inconsciente coletivo do sapo, em outras épocas desenvolvido, guardou em sua composição mais íntima a idéia da seca, da privação, da necessidade. Por isso, mesmo quando colocado frente a uma lagoa, em época de abundância, o sapo não lava o pé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hegel: podemos observar na lavagem do pé a manifestação da Dialética. Observando a História, constatamos uma evolução gradativa da ignorância absoluta do sapo - em relação à higiene - para uma preocupação maior em relação a esta. Ao longo da evolução do Espírito da História, vemos os sapos se aproximando cada vez mais das lagoas, cada vez mais comprando esponjas e sabões. O que falta agora é, tão somente, lavar o pé, coisa que, quando concluída, representará o fim da História e o ápice do progresso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comte: O sapo deve lavar o pé, posto que a higiene é imprescindível. A lavagem do pé deve ser submetida a procedimentos científicos universal e atemporalmente válidos. Só assim poder-se-á obter um conhecimento verdadeiro a respeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schopenhauer: O sapo cujo pé vejo lavar é nada mais que uma representação, um fenômeno, oriundo da ilusão fundamental que é o meu princípio de razão. A Vontade, que o velho e grande filósofo de Königsberg chamou de Coisa-em si, e que Platão localizava no mundo das idéias, essa força cega que está por trás de qualquer fenômeno, jamais poderá ser capturada por nós, seres individuados, através do princípio da razão, conforme já demonstrado por mim em uma série de trabalhos, entre os quais o que considero o maior livro de filosofia já escrito no passado, no presente e no futuro: O mundo como vontade e representação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles. O [sapo] lava de acordo com sua natureza! Se imitasse, estaria fazendo arte. Como [a arte] é digna somente do homem, é forçoso reconhecer que o sapo lava segundo sua natureza de sapo, passando da potência ao ato. O sapo que não lava o pé é o ser que não consegue realizar [essa] transição da potência ao ato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platão: O sapo que vemos é nada além da corruptela do sapo ideal, que a alma conheceu antes da Queda. O sapo ideal lava seus pés eternos com esponjas imutáveis, num mundo sem movimento. O sapo imperfeito, porém, jamais lava os pés. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diógenes de Laércio: Foda-se o sapo, eu só quero tomar meu sol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parmênides de Eléia: Como poderia o sapo lavar os pés, ó deuses, se o movimento não existe? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heráclito de Éfeso: Quando o sapo lava o pé, nem ele nem o pé são mais os mesmos, pois ambos se modificam na lavagem, devido à impermanência das coisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epicuro: O sapo deve alcançar o prazer, que é o Bem supremo, mas sem excessos. Que lave ou não o pé, decida-se de acordo com a circunstância. O vital é que mantenha a serenidade de espírito e fuja da dor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estóicos: O sapo deve lavar seu pé segundo as estações do ano. No inverno, mantenha-o sujo, que é de acordo com a natureza. No verão, lave-o delicadamente à beira das fontes, mas sem exageros. E que pare de comer tantas moscas, a comida só serve para o sustento do corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descartes: nada distingo na lavagem do pé senão figura, movimento e extensão. O sapo é nada mais que um autômato, um mecanismo. Deve lavar seus pés para promover a autoconservação, como um relógio precisa de corda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobbio: existem três tipos de teoria sobre o sapo não lavar o pé. O primeiro tipo aceita a não-lavagem do pé como natural, nada existindo a reprovar nesse ato. O segundo tipo acredita que ela seja moral ou axiologicamente errada. A terceira espécie limita-se a descrever o fenômeno, procurando uma certa neutralidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Internet -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-1192341462775524742?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/1192341462775524742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=1192341462775524742&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/1192341462775524742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/1192341462775524742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/o-sapo-no-lava-o-p-estudo-filosfico.html' title='O Sapo Não Lava o Pé - Estudo Filosófico.'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-2944538088716567204</id><published>2008-07-21T18:22:00.001-03:00</published><updated>2008-07-21T18:47:41.216-03:00</updated><title type='text'>Between the Bars</title><content type='html'>As vezes me canso daqui, de suas limitações, da sua falta de opção, de ir sempre aos mesmos bares, tudo sempre do mesmo jeito. Gostaria de ir a todos os bares do mundo, provar de todas as cervejas, todas as vodkas. Sentar-me onde grandes nomes da cultura sentaram. Ter o mesmo ponto de vista que algum grande nome da música teve ao compor alguma música que me acompanha até hoje. Ouvir outras coisas, sentir, ver. Ir ao grande bar da moda. Ver outras pessoas. Mas do que vale tudo isso, se o que vale numa roda de bar, é justamente a roda de pessoas? Sempre disse que o que importa não é o bar, são as pessoas que estão comigo. Por que procuro a satisfação além, se ela está sempre aqui, do meu lado, sempre quando eu quero? No fim esses outros bares tão especiais, se tornaram especiais porque pessoas especiais viveram momentos especiais. Mas sentar num bar desses, sem uma mesa recheada de pessoas que amamos, faz dele só um bar, com mesas e cadeiras diferentes, uma decoração, um estilo. Nada muito especial. Um bar cheio, mas vazio na alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dudu -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-2944538088716567204?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/2944538088716567204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=2944538088716567204&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/2944538088716567204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/2944538088716567204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/between-bars.html' title='Between the Bars'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-8581912203342141179</id><published>2008-07-16T02:04:00.000-03:00</published><updated>2008-07-16T02:05:56.937-03:00</updated><title type='text'>Sobre lê-se-onar</title><content type='html'>Sala de aula. Grande e representativo ponto de interrogação no quadro.&lt;br /&gt;Algumas tentativas lúdicas de explicar como sinalizar uma questão.&lt;br /&gt;Não tão óbvio pros pequenos, de pouco mais de três verões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequeno e intrigado, Pedro pergunta a razão de eu ter desenhado um grande S dançando, em cima de uma bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pergunta, assim como essa que você fez, agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Pedro, eu queria te dizer que esse S fugido, vai ser você, um dia. Muitos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria te contar que ando cheia desses Ss por dentro, eles são uma dança só, entre saltos, que eu mando parar, mas são surdos, e além disso nem um pouco coreografados, sabe Pedro, tem sido péssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também não é tão ruim, desculpa. Não vá se assustar, disso tudo também já saiu muita coisa boa, dessas interrogações nasceram invenções, revoluções, mudanças, e quem sabe um dia pra mim elas sirvam pra mais do que escrever um texto, um texto, um texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria te contar das ciladas que me enfiei por causa delas, que ontem a noite foi dura e que eu acordei mais ainda, e que elas se multiplicam, lembra daquele filme dos Gremlins? Com certeza não, mas enfim, resumindo, eram bichinhos que quando eram mortos, não morriam, se multiplicavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que funcionam, essas bolas que pulam, pulam, pulam, vão pular em você como quando a gente afoga em piscina de bolinas (isso você conhece), mas nesse caso as bolinhas ficam pretas e se mexem sozinhas e crescem e sufocam e pulam, infernalmente pulando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria te dizer da tristeza de te mostrá-las assim tão cedo, mais cedo ou mais tarde você conheceria, mas não queria ser eu, sabe, esse fardo, só que me interessei muito por essa sua nova visão interrogativa, queria mostrar pro mundo, te levar aos congressos de doutores em letras, mostrar pra esses seres que de livre docência tem só o título, pra eventos internacionais sobre qualquer coisa assim e assado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer que tudo, e o mundo silenciaria, Pedro, você diria que tudo isso não passa de um S desatinado, que cansou do plural, viu o ponto, também não muito feliz sendo final, persuadiu-o, resolveram ser curva e bola, só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dois, nenhum: nem plural, nem final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gabi Romeiro -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-8581912203342141179?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/8581912203342141179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=8581912203342141179&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/8581912203342141179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/8581912203342141179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/sobre-l-se-onar.html' title='Sobre lê-se-onar'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-487021181819320463</id><published>2008-07-14T00:31:00.003-03:00</published><updated>2008-07-21T18:49:32.402-03:00</updated><title type='text'>Ãh musga éh...</title><content type='html'>Como diria Nietzche "Depois do silêncio, a música é o que se aproxima mais de expressar o inexpressável". Diria que a música consegue transformar o que é abstrato e sem explicação, em uma representação física. Por comprimentos de ondas e deslocamento de ar, você consegue mergulhar no que músico queria expressar. Ódio, prazer, amor, saudade, fúria, etc. Tudo que palavras não conseguem explicar nem em um conjunto de milhares, a música com apenas 7 notas, e o silêncio entre elas, consegue, e com maestria. E não só explicar, te faz sentir e se emocionar como o artista. A batida da música guia os batimentos do seu coração, num instante seu corpo acompanha a música e o que antes era a expressão do sentimento, agora é o sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dudu -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-487021181819320463?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/487021181819320463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=487021181819320463&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/487021181819320463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/487021181819320463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/h-musga-h.html' title='Ãh musga éh...'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-6980851749570221625</id><published>2008-07-06T13:06:00.001-03:00</published><updated>2008-07-06T13:06:25.160-03:00</updated><title type='text'>Crescer...</title><content type='html'>"Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta. De que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-6980851749570221625?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/6980851749570221625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=6980851749570221625&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/6980851749570221625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/6980851749570221625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/crescer.html' title='Crescer...'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-7934529328968534238</id><published>2008-07-05T17:10:00.001-03:00</published><updated>2010-05-20T01:13:16.984-03:00</updated><title type='text'>A vida é engraçada...</title><content type='html'>A vida é engraçada... engraçada não, essa não é a palavra certa. Ela é irônica. Incrivelmente irônica. Há alguns meses, só a idéia de dar uma caminhada mais rápida já me dava náuseas, quiçá pensar em correr. Nunca imaginei que um dia eu poderia dar alguns passos mais rápidos do que de uma caminhada até a cozinha. Porém agora, depois de correr 1 hora, por quase 7km tive uma das melhores experiências da minha vida. Correr por si só é uma das melhores coisas para se manter saudável, mas ela tem um outro ingrediente excelente para a saúde mental, Temos alguns minutos sozinhos com nós mesmo, só nós, nossas músicas e nossos pensamentos, e nessas horas os pensamentos filosóficos aparecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo do princípio, uma das, senão a maior, dúvida da humanidade é o sentido da vida. Qual o sentido da vida? Por que acordamos todos os dias e simplesmente vivemos? Partindo do ponto que eu sou ateu, a minha vida é isso que vivo, depois disso acabou, simplesmente desligamos. E aí se complica ainda mais, qual o sentido da vida aqui na Terra? Se não há mais nada depois desse “martírio”, qual o sentido de viver algumas décadas e depois desaparecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuramos um sentido tão complexo para tudo, que não vemos o que há de mais belo: a simplicidade. Vivemos para sentir. Para sentir que estamos vivos. Essa deveria ser a sensação que deveria nos guiar pela vida, e não um pensamento de que algo transcendental deveria nos dizer o motivo de nossa existência. A filosofia trata de nos ajudar a viver, sabendo que nosso tempo na Terra é finito, e o tempo corre sem parar, sem chance de volta.&lt;br /&gt;Por isso só temos o presente. O passado não existe mais, e o futuro ainda virá a existir, mas ainda assim vivemos a maior parte do tempo vivendo entre saudades e esperanças. Não nos damos contas que o único momento em que estamos vivos é o agora, e não amamos a vida como ela deveria ser amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos algo tão grande do futuro e vivemos tão frustrados com o que não fizemos ou não tivemos, que as maravilhas da vida se passam, a toda hora, sem a chance de serem re-vividas. O sentido da vida é sentir alguma coisa que nos faça parar e pensar “Que bom que estou aqui para sentir isso”. E não falo que essa sensação vem só com desejos megalomaníacos, mas com as coisas mais simples da vida. Lembro-me quando eu estava num trabalho num turno da madrugada, havia alguns meses que não saia mais com meus amigos, e isso me deixava extremamente deprimido, um dia não agüentei, pedi as contas e joguei tudo pro alto. Nesse mesmo dia saí com meus amigos, fui a uma lanchonete fuleira comer um lanche. Foi um dos dias mais felizes da minha vida, simplesmente por que me sentia vivo, como há muito não me sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas lembrando aqui, algumas coisas que fazem eu me sentir vivo: Quando consigo correr 1 minuto a mais do que no dia anterior, quando estou com sede e olho pro lado e tem um copo d´agua, quando o meu rádio toca a música que eu queria ouvir aleatoriamente, quando viajo 400km para ver uma amiga especial, quando converso com alguém que gosto, quando beijo a menina que queria beijar, quando aprendo a fazer um acorde novo na guitarra, etc. Quase toda hora, vivemos pequenas coisas, pequenos sentimentos, que nem damos valor, porque esperamos que a vida seja algo realmente grande, mas que somadas nos fazem sentir vivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é incrível, é tudo tão simples. Esperamos que uma roupa nova de marca, um carro, um computador, um outro lugar ou que outras pessoas venham nos suprir e mostrar o sentido da vida. Quando na verdade tudo que nos importa esta ao nosso alcance, mas olhamos tão para cima, que não vemos o nosso lado. Pensando assim, viver é sentir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou pensar num outro lado, o lado profissional. Passamos no mínimo 1/3 da nossa vida adulta nos nossos empregos e outros 1/3 da vida no mínimo estudando para ter esse emprego, é muito tempo, tirando as nossas horas dormidas, é metade da nossa vida. Metade da nossa vida... quando se pensa assim, da para se ter uma idéia do tamanho da importância disso no sentido da vida, no sentir, no viver.&lt;br /&gt;Procurando alguma segurança, vamos atrás de um bom emprego, com um bom salário, que nos traga um futuro promissor. Um futuro promissor... quando esse futuro vai chegar? O que mais vejo são pessoas acordando e indo pro seu emprego, como zumbis desprovidos de sentimento, realizar suas tarefas, voltar para casa, receber seu salário, comparar suas coisas, preencher seu vazio e esperar alguma coisa atravessar o céu, e dizer “Esse é o sentido da vida, agora sua vida tem sentido”. Não quero isso para mim. Confesso que faço parte dessa turma de zumbis, mas não quero isso, não para sempre, quero me sentir vivo até quando trabalho, assim como me sinto o resto do dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero sentir. Acordar e pensar “Que bom que estou vivo”. Penso que a vida é como uma paquera. As vezes temos medo de meter a cara e falar com uma garota. Temos medos de falar besteira e perdê-la e não fazemos nada. No final, além de não termos a garota, ainda temos aquelas frustração de não ter feito nada, e como já disse, o percurso do tempo não para. Agora gastaremos mais um pouco do nosso precioso presente para pensar no passado e dizer que no futuro não faremos isso. Temos tanto medo de errar, que não percebemos que somos frutos dos nossos erros. Não só dos nossos erros, mas das nossas experiências em geral, mas diria que dos erros principalmente, pois eles nos marcam mais e nos fazem aprender, a crescer e nos tornarmos mais fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos queixamos tanto que “Se eu soubesse, não teria errado” e ao mesmo tempo criticamos “as pessoas vazias que tem tudo na mão e mesmo assim são umas idiotas”. Na vida é tudo tão simples, que os erros nos fazem sentir, nos fazem viver, viver nos transforma e no fim nos tornamos quem gostamos de ser. Se não tivéssemos errado, aprendido, sofrido, hoje seriamos aquelas pessoas que consideramos vazias. As vezes, o que achamos que foi nosso pior momento, foi a melhor coisa que nos aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero errar, quero sofrer, quero aprender, quero sentir, quero viver. Não quero chegar nas vésperas da minha morte, olhar para trás e pensar “Era tudo tão simples, e eu simplesmente não vivi”. Quero me sentir tão vivo quanto agora que escrevo esse texto, quero escrever vários textos, quero conversar, beijar, sentir, quero ter milhões de sensações. Quero chegar no meu leito de morte e que todos digam “Esse cara viveu, tomou inúmeros tombos, mas viveu”. Não quero pensar que construí meu patrimônio vendendo seguros, ou advogando, ou algo do tipo. Há pessoas que gostam, e fico feliz que essas pessoas se sentiam vivas em fazer isso, mas eu não. Eu quero mais. Quero marcar alguém. Fazer as pessoas pensarem, refletirem, sentirem, viverem. Satisfazer-me em estar trabalhando, em acordar e ir feliz trabalhar, porque sei que lá vou ter sensações únicas e me sentirei vivo. &lt;br /&gt;No fim, o grande sentido da vida é viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Dudu-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-7934529328968534238?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/7934529328968534238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=7934529328968534238&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/7934529328968534238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/7934529328968534238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2008/07/vida-engraada.html' title='A vida é engraçada...'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22610143.post-116892875711790360</id><published>2007-01-16T03:25:00.000-03:00</published><updated>2007-01-16T03:25:57.136-03:00</updated><title type='text'>As 100 coisas a fazer quando eu me tornar um Senhor do Mal</title><content type='html'>As 100 coisas a fazer quando eu me tornar um Senhor do Mal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ou como bancar Darth Vader e se dar bem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Minhas Legiões do Terror terão capacetes com visores de acrílico, e não placas tampando o campo de visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Meus dutos de ventilação serão pequenos demais para alguém rastejar por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Meu nobre meio irmão, do qual usurpei o trono, será morto, não mantido anônimo em uma cela esquecida em minha masmorra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Fuzilamento não é bom demais para meus inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O Artefato que é a fonte de meu poder não será mantido na Montanha do Desespero, além do Rio de Fogo guardado pelos Dragões da Eternidade. Será mantido em uma caixa forte convencional. Isso também se aplica ao objeto que é minha única fraqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Não irei me gabar da situação de meus inimigos antes de matá los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Depois de raptar a linda princesa, iremos nos casar imediatamente em uma discreta cerimônia civil, não um espetáculo de três semanas de duração durante as quais a fase final de meu plano será implementado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Não incluirei um mecanismo de autodestruição a não ser que seja absolutamente necessário. Se o for, não será um grande botão vermelho escrito "Perigo, não aperte". O grande botão vermelho "Não Aperte" irá disparar uma saraivada de balas em qualquer um estúpido o bastante para apertá lo. Ao mesmo tempo, botões "LIGA/DESLIGA" não serão claramente indicados em meus painéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Não levarei meus inimigos para interrogatório no centro de meu castelo. Um pequeno hotel, na periferia de meu Reino servirá perfeitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Serei seguro de minha superioridade. Assim, não sentirei necessidade de prová la, deixando pistas na forma de charadas ou permitindo que meus inimigos mais fracos permaneçam vivos, para mostrar que não representam ameaça para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Um de meus conselheiros será uma criança de cinco anos. Qualquer falha em meus planos que ela seja capaz de detectar será corrigida antes da implementação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Todos os inimigos mortos serão cremados. Os corpos levarão repetidos tiros de munição de grosso calibre. Ninguém será deixado para morrer no fundo de um penhasco. O anúncio de suas mortes, bem como a respectiva celebração do evento, serão adiados até depois dos procedimentos acima mencionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. O herói não terá direito a um último beijo, último cigarro ou qualquer tipo de último pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Nunca usarei nenhum dispositivo com um contador digital. Se achar que tal dispositivo é essencial, o marcarei para ativação quando o contador chegar em 117 e o herói estiver começando a pensar em um plano para desativá lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Nunca usarei a frase "Antes de matá lo, há uma coisa que desejo saber".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Quando empregar pessoas como conselheiros, ocasionalmente irei escutar seus conselhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Se um jovem e atraente casal entra em meu Reino, irei monitorar cuidadosamente suas atividades. Se descobrir que são felizes e apaixonados, os ignorarei. Entretanto, se as circunstâncias os forçaram a ficar juntos, contra sua vontade, e se passam todo o tempo implicando e criticando um ao outro exceto em ocasiões quando estão salvando a vida um do outro, momento em que há toques de tensão sexual no ar, ordenarei imediatamente sua execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Não irei ter um filho. Apesar de suas risíveis e mal planejadas tentativas de usurpar meu podem sempre falharem, isso pode se tornar uma distração fatal em um período crucial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Não terei uma filha. Ela iria ser tão bonita quando má, mas uma simples olhada para a expressão no rosto do herói e ela irá trair o próprio pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Apesar de ser uma forma comprovada de aliviar o stress, não irei soltar risadas maníacas. Com essas risadas, quando ocupado, é muito fácil deixar de perceber pequenas nuances e acontecimentos que um indivíduo mais atento pode identificar e responder a altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Irei contratar um estilista talentoso para criar uniformes originais para minhas Legiões do Terror, ao contrário de certos modelos baratos que os fazem parecer tropas nazistas, legiões romanas ou hordas de selvagens mongóis. Todos foram eventualmente derrotados e quero que minhas tropas tenham uma inspiração moral mais positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. Não importa o quão tentador seja a perspectiva de poder ilimitado, não irei absorver qualquer campo de energia maior que minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Irei manter um estoque especial de armas de baixa tecnologia e treinar minhas tropas em seu uso. Assim, mesmo que os heróis consigam destruir meu gerador de energia e/ou desativar as armas de energia padrão, minhas tropas não serão sobrepujadas por um bando de selvagens armados com lanças e pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. Irei manter uma estimativa realista de minhas forças e fraquezas. Mesmo que isso tire parte da diversão do trabalho, pelo menos nunca irei dizer a frase 'Não, não pode ser! EU SOU INVENCÍVEL!!!" (após a qual, normalmente a morte é instantânea.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. Não importa o quão bem funcione. Jamais irei construir qualquer tipo de equipamento que seja completamente indestrutível exceto por um pequeno e virtualmente inacessível ponto vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. Não importa o quão atraentes certos membros da rebelião podem ser. Provavelmente em algum lugar há alguém igualmente atraente que não está tentando desesperadamente me matar. Assim, pensarei duas vezes antes de ordenar que uma prisioneira seja levada a meus aposentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. Nunca construirei uma única unidade de nada importante. Todos os sistemas essenciais terão painéis de controles e fontes de força redundantes. Pela mesma razão, sempre carregarei pelos menos duas armas carregadas, todo o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. Meu monstro de estimação será mantido em uma jaula bem segura, da qual ele não poderá escapar e na qual não poderei cair por acidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. Irei me vestir com cores claras e alegres, isso deixará meus inimigos confusos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30. Todos os magos incompetentes, escudeiros, bardos sem talento e ladrões covardes em meu Reino serão executados. Meus inimigos certamente desistirão e abandonarão sua cruzada se não tiverem um parceiro cômico ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31. Todas as camponesas ingênuas e peitudas que servem bebidas em tabernas serão trocadas por garçonetes experientes e profissionais, que não irão dar apoio ao herói ou servir de par romântico para seu ajudante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32. Não terei um ataque de fúria e matarei o mensageiro que me trouxe más notícias só para mostrar o quão mal realmente sou. Bons mensageiros são difíceis de achar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33. Não exigirei que as mulheres em postos de comando em minha organização usem tops de aço inoxidável. A moral da tropa fica bem melhor com um código de vestimenta mais casual. Ao mesmo tempo, roupas feitas inteiramente de couro serão reservadas para ocasiões formais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34. Nunca vou me transformar em uma cobra. Isso nunca funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35. Não irei deixar crescer um cavanhaque. Nos velhos tempos fazia com que você parecesse diabólico, hoje o torna um membro frustrado da Geração X.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36. Não irei prender membros do mesmo grupo no mesmo bloco da masmorra. Muito menos na mesma cela. Se são prisioneiros importantes, irei manter a única chave da cela comigo, ao invés de deixar uma cópia com cada guarda do destacamento da prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37. Quando meu tenente de confiança disser que minhas legiões do Terror estão perdendo uma batalha, eu acreditarei nele. Afinal, ele é meu tenente de confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38. Se um inimigo que acabei de matar tem irmãos ou filhos em algum lugar, irei encontrá los e executá los imediatamente, ao invés de esperar que cresçam nutrindo sentimentos de vingança contra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39. Se eu não tiver escapatória a não ser me envolver em uma batalha, certamente não liderarei na frente de minhas Legiões do Terror, nem irei procurar o líder adversário entre o exército inimigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40. Não irei ser cavalheiresco ou bom esportista. Se possuir uma super arma contra a qual não há defesa, a usarei assim que for possível, ao invés de mantê-la guardada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41. Assim que meu poder estiver estabelecido, irei destruir todos aqueles inconvenientes dispositivos de viagem no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42. Quando capturar o herói, terei certeza de também capturar seu cachorro, macaco, furão ou qualquer outro bichinho bonitinho de dar nojo, capaz de desamarrar cordas e roubar chaves, que por acaso ele tenha como mascote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43. Irei manter uma saudável dose de ceticismo quando capturar a linda rebelde e ela disser que está atraída por meu poder e boa aparência, e alegremente trairá seus companheiros se eu deixá la tomar parte em meus planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44. Só irei contratar caçadores de recompensa que trabalhem por dinheiro. Aqueles que trabalham por prazer tendem a fazer coisas tolas como equilibrar as chances, para dar ao outro cara uma disputa justa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45. Terei um claro entendimento sobre quem é responsável pelo que em minha organização. Por exemplo, se meu general fracassou, não irei sacar minha arma, apontar para ele, dizer 'e este é o preço do fracasso' então subitamente apontar e matar um subalterno qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46. Quando um conselheiro disser "Meu Lorde, ele é somente um homem. O que apenas um homem pode fazer?" Eu responderei: "Isso!" e matarei o conselheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47. Se descobrir que algum fedelho começou uma cruzada para me destruir, irei chaciná lo enquanto ele ainda é um fedelho, ao invés de esperar que cresça e se torne um adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48. Tratarei qualquer monstro que eu venha a controlar através de mágica ou tecnologia com respeito e ternura. Assim, se perder o controle sobre ele, não virá imediatamente atrás de mim por vingança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49. Se descobrir a localização aproximada do único artefato que pode me destruir, não irei mandar todas as minhas tropas para recuperá lo. Ao contrário, mandarei as tropas atrás de alguma outra coisa, e discretamente colocarei um anúncio de 'procura se, gratifica se bem', em um jornal local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50. Meus computadores principais terão seu próprio sistema operacional, que será totalmente incompatível com IBM PCs ou Macs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51. Se um dos guardas de minha masmorra começar a esboçar preocupação com as condições na cela da linda princesa, ele será imediatamente transferido para uma função com menos envolvimento com pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52. Irei contratar um time de arquitetos e pesquisadores de alto nível para examinar meu castelo e me informar de quaisquer passagens secretas e túneis abandonados que eu não tenha conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53. Se a linda princesa que capturei disser "Nunca irei me casar com você! Nunca! Está ouvindo? Nunca!" eu direi: "Tudo bem." E a executarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54. Não farei uma barganha com uma criatura demoníaca e depois tentarei desfazê la apenas porque me senti com vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55. Os mutantes deformados e malucos psicóticos terão seu lugar em minhas Legiões do Terror. Entretanto antes de mandá los em uma importante missão secreta que demande tato e sutileza, verificarei se há alguém mais igualmente qualificado, e que atraia menos atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56. Minhas Legiões do Terror serão treinadas em tiro básico. Qualquer um que não consiga aprender a acertar algo do tamanho de um homem a 10 metros de distância, será usado como alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57. Antes de utilizar qualquer tipo de artefato ou máquina capturada, irei ler cuidadosamente o manual de instruções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58. Se for necessário fugir, não irei parar para fazer uma pose dramática e dizer uma frase profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59. Nunca irei construir um computador inteligente que seja mais esperto do que eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60. Pedirei a meu conselheiro de cinco anos de idade que tente decifrar qualquer código que eu estiver pensando em adotar. Se ele o decifrar em menos de 30 segundos, não será usado. Nota: Isso também se aplica a passwords.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61. Se meus conselheiros perguntarem "Por que está arriscando tudo nesse plano louco?" Não irei prosseguir até ter uma resposta que os satisfaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62. Irei projetar os corredores de minha fortaleza para que não haja alcovas ou suportes estruturais protuberantes que possam ser usados como abrigo por intrusos durante um tiroteio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63. Lixo será eliminado em incineradores, não compactadores. E eles serão mantidos acesos, sem aquele nonsense de chamas que se ativam através de túneis de acesso, em intervalos previsíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64. Irei me consultar com um psiquiatra e me curar de todas as estranhas fobias e bizarros hábitos compulsivos que possam se mostrar uma desvantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65. Se for obrigatório que existam terminais de computador de acesso público, os mapas que mostram meu complexo terão uma sala claramente marcada como Sala de Controle Central. Essa sala será a Câmara de Execução. A sala de controle central de verdade estará indicada como Câmara de Contenção de Transbordamento do Esgoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66. Meu teclado de segurança na verdade será um scanner de impressões digitais. Qualquer um que observe um usuário digitar seu código e consequentemente tente digitar a mesma sequência irá ativar o alarme central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67. Não importa quantos curtos circuitos há no sistema, meus guardas serão instruídos a tratar cada câmera de segurança com defeito como caso de emergência total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68. Pouparei a vida de alguém que tenha me salvado no passado. Isso só é razoável se estimular outros a fazê lo. Entretanto a oferta só é válida uma única vez. Se querem que os poupe novamente, é melhor que salvem minha vida mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69. Todas as parteiras serão banidas de meu reino. Os bebês nascerão em hospital supervisionados pelo Estado. Órfãos serão colocados em lares adotivos, não abandonados na floresta para serem criados por criaturas selvagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70. Quando meus guardas se separarem para procura por intrusos, eles sempre andarão em grupos de pelo menos dois. Serão treinados para que se um desaparecer misteriosamente no meio da patrulha, o outro iniciará imediatamente um alerta e chamará por reforços, ao invés de ficar procurando o colega pelas esquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71. Se eu decidir testar a lealdade de um assistente, para descobrir se ele pode ser promovido a homem de confiança, terei um grupo de atiradores de elite por perto, caso a resposta seja não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72. Se todos os heróis estão ao lado de um mecanismo esquisito e me desafiando, usarei uma arma convencional, ao invés de disparar minha super arma invencível contra eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73. Não concordarei em deixar os heróis partirem livres, se vencerem uma competição, mesmo que meus conselheiros digam que está tudo arranjado e que é impossível para eles ganhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74. Quando criar uma apresentação multimídia de meu plano, feita para que meu conselheiro de cinco anos de idade possa facilmente entender os detalhes, não irei chamar o disco de "Projeto Overlord" e deixá lo solto em minha mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75. Irei instruir minhas Legiões do Terror para atacar o herói em massa, ao invés de ficarem em volta dele esperando enquanto um ou dois atacam de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76. Se o herói correr para meu telhado, não irei atrás dele em uma tentativa de atirá lo do alto. Também não lutarei com ele na beira de um despenhadeiro. (No meio de uma ponte de cordas sobre um rio de lava derretida não vale nem a pena considerar.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77. Se tiver um surto de insanidade e decidir oferecer ao herói a chance de rejeitar um emprego como meu Braço Direito, irei reter sanidade o suficiente para esperar que meu atual Braço Direito saia da sala antes de fazer a oferta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78. Não direi para minhas Legiões do Terror "E ele deve ser trazido vivo!". A ordem será: "E tentem trazê lo vivo se for razoavelmente viável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79. Se acontecer de minha máquina do Juízo Final possuir um botão de reversão, assim que tiver sido usada irei derretê la e cunhar uma edição especial limitada de moedas comemorativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80. Se minhas tropas mais fracas falharem na tentativa de eliminar o heróis, mandarei minhas melhores tropas, ao invés de perder tempo mandando tropas progressivamente mais fortes, a medida em que ele se aproxima de minha fortaleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81. Quando lutar com o herói no alto de uma plataforma em movimento, o tiver desarmado, e estiver a ponto de acabar com sua vida, e ele olhar para algo atrás de mim e se jogar no chão, me jogarei imediatamente no chão também, ao invés de fazer uma expressão inquisitiva e olhar para trás para ver o que ele viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82. Não irei atirar em nenhum de meus inimigos se eles estiveram de pé em frente a um suporte crucial de uma estrutura pesada, perigosa e precariamente equilibrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83. Se estiver jantando com o herói, colocar veneno em sua taça, e subitamente tiver que sair da sala por alguma razão, pedirei novos drinques para nós, ao invés de tentar decidir se ele trocou ou não os copos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84. Não deixarei que prisioneiros de um sexo sejam vigiados por membros do sexo oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85. Não implementarei nenhum plano cujo passo final sejam horrivelmente complicado, como "alinhe as 12 Pedras do Poder no altar sagrado então ative o medalhão no momento do eclipse total". Ao invés disso, meu plano será ativado com a frase "aperte o botão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86. Terei certeza de que minha Máquina do Juízo Final está devidamente dentro das regras de instalação, e corretamente aterrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87. Meus tonéis de produtos químicos perigosos ficarão tampados quando fora de uso. Também não irei construir passagens e escadas sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88. Se um grupo de subordinados falhar miseravelmente em sua missão, não lhes darei uma grande bronca por sua incompetência, e em seguida enviar o mesmo grupo para tentar de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89. Depois de capturar a super arma do herói, não vou imediatamente dispensar minhas legiões e relaxar minha guarda pessoal porque acredito que qualquer um que possua a arma é invencível. Afinal, o herói tinha a arma e eu a tomei dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90. Não vou projetar uma Sala de Controle Central em que todos os terminais &gt;deixem o operador de costas para a porta principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91. Não irei ignorar o mensageiro esbaforido e obviamente agitado até que minha cavalgada ou outro entretenimento pessoal termine. O que ele tem a dizer pode ser importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92. Se chegar a falar com o herói ao telefone, não irei ameaçá lo. Ao contrário, direi que sua perseverança me deu uma nova visão da futilidade de minhas ações malvadas, e que se ele me deixar em paz por alguns meses de quieta contemplação irei provavelmente voltar para o caminho do Bem. (heróis são incrivelmente fáceis de se enganar, quanto a isso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93. Se eu decidir realizar uma execução dupla do herói e de um subordinado que tenha falhado ou me traído, farei com que o herói seja executado primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94. Quando efetuando uma prisão, meus guardas não deixarão que parem e peguem um objeto aparentemente inútil, por puro valor sentimental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95. Minhas masmorras terão sua própria equipe médica qualificada, completa com guarda costas. Assim se um prisioneiro ficar doente e seu colega de cela disser ao guarda que é uma emergência, o guarda chamará um grupo de trauma, ao invés de abrir a cela para dar uma olhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96. Minhas portas serão projetadas para se que alguém destrua o painel de controle do lado de fora, a porta feche, e se destrua o painel do lado de dentro, a porta abre. Não vice versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97. As celas de minhas masmorras não conterão objetos com superfícies reflexivas ou nada que possa ser transformado em cordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98. Qualquer conjunto de dados de importância crucial será acondicionado em arquivos de 1.45Mb, para não caberem em um único disquete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99. Quando tiver capturado meu adversário e ele disser "Olhe, antes de me matar, pelo menos me conte sobre o que você planeja fazer." Eu direi "não" e atirarei nele. Pensando bem, vou atirar nele e depois dizer "não".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100. Finalmente, para manter todos os meus súditos contentes e descerebrados, irei prover a cada um acesso Internet ilimitado, grátis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22610143-116892875711790360?l=aleatoriosanonimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/feeds/116892875711790360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22610143&amp;postID=116892875711790360&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/116892875711790360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22610143/posts/default/116892875711790360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aleatoriosanonimos.blogspot.com/2007/01/as-100-coisas-fazer-quando-eu-me.html' title='As 100 coisas a fazer quando eu me tornar um Senhor do Mal'/><author><name>Dudu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10283119698587744926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/217/21702217.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
